Um pouco sobre o que a Ana pensa

Segundo relatórios (Brundtland, 1987, por exemplo), o uso sustentável dos recursos naturais deve “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas”.

Não vos consigo dizer a quantidade de vezes que li e reli esta frase, porque para além de defender a minha geração de situações trágicas, quero que as futuras não sejam afetadas, e que estejam impedidas de viver o que eu vivi. Sem egoísmos, eu quero que os outros tenham o que eu tive, mesmo que eu tenha de mudar muita coisa no meu dia-a-dia.

Este espaço, associado à nossa marca, serve de ponte, para que vocês também se consciencializem que, ao fazer pequenas mudanças, já estamos a dar um rumo diferente ao nosso Planeta. Pelo menos eu gosto de pensar assim.

A maternidade mostrou-me que não há nada que eu queira proteger mais, a não ser a minha cria e família. Eu quero muito que a Maria Clara, e os seus filhos, netos, bisneto, etc, tenham muitas vivências, tal como eu tive. Pescar com o meu Pai, por exemplo, é uma das coisas que mais saudades levo.
A Maria Clara sempre foi uma criança atenta aos pormenores, e sempre nos questionou tudo. A minha explicação para o aparecimento do lixo nos oceanos ainda não foi encaixada pela sua pequena mente. Ela não entende como o lixo chega aos oceanos tal como também não entende como o lixo vai parar ao chão.

Aqui vamos explicar as mudanças que fizemos, pequenas ou grandes. Algumas achámos que não iriam resultar. Mas somos teimosos, e vamos continuar a ser.

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